Segue abaixo link para ouvir a Radio KOZZ, uma rádio que toca apenas Classic Rock que encontrei esses dias. Consideravelmente MUITO melhor que qualquer rádio brasileira que eu já tenha ouvido, bom e velho Rock 24 horas por dia =D
Para ouvir clique AQUI!
É necessário o plugin Silverlight que pode ser baixado rapidamente, menos de 6mb. Espero que gostem =D
terça-feira, 20 de julho de 2010
terça-feira, 13 de julho de 2010
Dia do Rock - História
Bob Geldof no Live 8
Um pouco mais de informação sobre o dia do Rock.
Todo o público de Rock, em seus diferentes segmentos, costuma aguardar ansiosamente por esse dia, e qual a razão? Normalmente apenas para falar para quem gosta de estilos que nos desagradam que o Rock tem seu dia internacional e o resto não. Entretanto o real motivo para este dia ser realmente considerado uma data digna de comemoração começa com uma pessoa Bob Geldof.
Bob Geldof foi vocalista da banda Boomtown Rats no período de 1975 à 1984. Após o fim da banda Geldof viu uma reportagem na BBC sobre a fome na Etiópia e chocado com o que vira decidiu tentar fazer diferença. Juntamente com Midge Ure, Bono, The Edge, Boy George, Paul McCartney e Duran Duran conseguiu uma aparição em um programa de Rádio da BBC onde aproveitou a situação para falar sobre a idéia de um “grupo” chamado Band Aid que contava com inúmeros músicos ingleses de grande porte e influência na época.
Após o lançamento do álbum "Do They Know It's Christmas?" produzido por Trevor Horn, o compacto destacou-se em primeiro lugar tanto neste quanto nos dois lançamentos posteriores. A fundação montada para arrecadar o dinheiro foi chamada de "Band Aid Trust". Projeto que acabaria resultando no Live Aid quando Bob Geldof teve a idéia de realizar um concerto de caridade.
Depois de viajar mundo afora angariando fundos para a sua causa e conflitos com grandes estadistas como Margaret Thatcher Bob Geldof recebeu uma indicação ao Nobel da Paz e o título honorário de cavaleiro atribuído pela rainha Isabel II (vide Elizabeth II). Após o Live Aid Bob Geldof também organizou o Live 8 com a finalidade de ajudar países não desenvolvidos a pagarem suas dívidas e erradicar a miséria. Desde então no dia 13 de julho (data do primeiro Live Aid) passou a ser considerado dia mundial do Rock.
Portanto, o dia do Rock não é apenas um dia para satisfazer nossos egos, mas sim para fazer alguma diferença!
"Carpe diem!"
Lista com todos os integrantes da Band Aid aqui!
For Those About to Rock We Salute You!!!
Em 13 de julho de 1985, Bob Geldof organizou o Live Aid, um show simultâneo em Londres na Inglaterra e na Filadélfia nos Estados Unidos. O objetivo principal era o fim da fome na Etiópia e contou com a presença de artistas como The Who, Status Quo, Led Zeppelin, Dire Straits, Madonna, Queen, Joan Baez, David Bowie, BB King, Mick Jagger, Sting, U2, Paul McCartney, Phil Collins (que tocou nos dois lugares), Eric Clapton e Black Sabbath.
Foi transmitido ao vivo pela BBC para diversos países e abriu os olhos do mundo para a miséria no continente africano. 20 anos depois, em 2005, Bob Geldof organizou o Live 8 como uma nova edição, com estrura maior e shows em mais países com o objetivo de pressionar os líderes do G8 para perdoar a dívida externa dos países mais pobres e erradicar a miséria do mundo.
Fonte: Wikipedia.
Há 25 anos atrás, em função do esforço desses roqueiros, a ONU instituiu o dia 13 de Julho como o Dia Mundial do Rock.
E, para comemorar a data, clicando aqui: você ouve uma playlist só de Classic Rock, disponibilizada pela Rádio UOL.
CTRL+C CTRL+V de um e-mail recebido.
Marcadores:
13,
Dia,
Internacional,
Julho,
Rock
segunda-feira, 12 de julho de 2010
quarta-feira, 7 de julho de 2010
Ahn.. Sei lá falar é meio complicado... :p
Normalmente quem lê os meus rabiscos costuma pedir para eu escrever algo, tipo: "Ah escreve um poema/conto/receita de bolo pra mim..." E dessa vez foi o inverso, ou melhor, quase, eu não pedi, mas ainda assmi algo foi escrito para mim. Então, segue abaixo algumas linhas a meu respeito escrita por uma "terceira pessoa do plural"
AMIGO INSÓLITO
Não sabe de onde veio,
Nem sabe qual o caminho a tomar.
Seus passos largos, pesados, calcanhar firme
deixam marcas nas
calçadas da vida por onde pisa.
Calado, não sabe o que é bom dia,
também não importa.
Não importa se faz sol
ou se chove. Se é dia ou noite.
Se faz frio ou calor. Também não importa.
Tem olhar perdido entre versos, poesias,
estrelas, sonhos e as histórias mirabolantes
de Neill Gaimann, um violão
mal dedilhado, um cigarro entre
os dedos e um copo de cafezinho.
Pensativo, parece estar
projetando o universo ...
Ou escondendo a imensa tristeza
que lhe foi deixada por algum fotógrafo
lambe-lambe descuidado que,
sem querer focou seu rosto e colou
sua alma num papel qualquer
carregado pelo vento.
Quando olha o mar
não é por bobeira. Nem o vê.
Seu pensar está além.
Sua imaginação transcende as águas
se perde no vácuo das ondas.
Sua concentração
transgride o horizonte,
transgride o universo,
transgride a Deus.
Nas noites de insônia, nem mesmo
um bocejo atrás do outro, o
faz dormir. Suas lembranças, suas tristezas,
suas saudades, sua vontade
de escrever param no escuro da noite.
O desânimo ou a preguiça,
habitual nestas horas, o faz levantar-se.
Sai para a noite escura e transforma-se
numa sombra qualquer. Se causa medo, não sei.
Mas caminha... caminha... caminha...
inquieto até furar o calcanhar
das meias, sem medo de um futuro
que não consegue projetar.
Esse amigo, meu melhor
amigo, não mora num casulo
como gosta de parecer
e também nunca será metamorfoseado.
Assim como brinca com
crianças, iluminando suas almas
e colocando cores nos seus olhinhos,
esconde na sua alma,
parte de sua infância.
Este o seu segredo:
acredita que nunca teve infância.
Se descobriu a causa da sua rebeldia
Disfarçada pelo cabelos despenteados,
pela sua irreverência, não conta,
não murmura e nem segreda
a seu próprio coração.
Ou se decifrou-a,
Guardou-a numa caixa, fechada
a sete chaves, escondida num lugar qualquer
perdida em meio a tantos
sonhos, desilusões e desencantos.
Quem não o conhece,
não sabe o amigo que está perdendo.
Não sabe como é bom sentar,
olhar para o nada e jogar “conversa fora”
daquelas sem começo e nem fim...
que nascem assim .... do nada...
Ou quem sabe até se arrisca em
discutir sobre a filosofia do cotidiano.
Ou falar sério sobre Goethe, seu autor preferido,
sobre Nietzsche, sobre Tolstoi,
sobre Schopenhauer...
Esse meu amigo que
me traz saudades,
também já me ofereceu lágrimas,
não daquelas de manha,
mas daquelas que
rolam silenciosas e que brotam
do fundo da alma;
Que nos trazem a dor da ausência,
da partida com um sem “até mais” combinado
sem um olhar, sem um abraço, sem um abano;
como quem vai comprar cigarros e já volta.
Da sua presença, ainda sinto
o cheiro do café e do cigarro;
das longas conversas,
sem começo e nem fim, a saudade.
Não sei se a vida nos vai
proporcionar novos reencontros,
novas alegrias, novas discussões sem fim,
ou as mesmas conversas de sempre.
Lembranças de um quase-filho
que não fiz, mas que quase fez-se por si,
e que me presenteou,
mostrando-me que ler não é apenas
juntar as letras e imaginar histórias.
É também viajar, pensar, criar, crescer,
discutir, imaginar,discordar, descobrir
o desconhecido, ver o mundo ao reverso
e até colocar palavras no papel.
Esse meu amigo tão insólito,
quase de casa, apareceu do nada
e construiu em nossas almas
seu recanto tão recatado quanto ele.
De pouca fala, prefere fazer
de contas que nunca me viu, nem no
espelho de uma poça d’água suja das ruas...
mas seu coração,
embora forçado a se mostrar indiferente,
sabe muito bem
o quanto é um bem querer.
(autora: dária cidilane lemos de brum lucchese)
Capão da Canoa/19/07/09
AMIGO INSÓLITO
Não sabe de onde veio,
Nem sabe qual o caminho a tomar.
Seus passos largos, pesados, calcanhar firme
deixam marcas nas
calçadas da vida por onde pisa.
Calado, não sabe o que é bom dia,
também não importa.
Não importa se faz sol
ou se chove. Se é dia ou noite.
Se faz frio ou calor. Também não importa.
Tem olhar perdido entre versos, poesias,
estrelas, sonhos e as histórias mirabolantes
de Neill Gaimann, um violão
mal dedilhado, um cigarro entre
os dedos e um copo de cafezinho.
Pensativo, parece estar
projetando o universo ...
Ou escondendo a imensa tristeza
que lhe foi deixada por algum fotógrafo
lambe-lambe descuidado que,
sem querer focou seu rosto e colou
sua alma num papel qualquer
carregado pelo vento.
Quando olha o mar
não é por bobeira. Nem o vê.
Seu pensar está além.
Sua imaginação transcende as águas
se perde no vácuo das ondas.
Sua concentração
transgride o horizonte,
transgride o universo,
transgride a Deus.
Nas noites de insônia, nem mesmo
um bocejo atrás do outro, o
faz dormir. Suas lembranças, suas tristezas,
suas saudades, sua vontade
de escrever param no escuro da noite.
O desânimo ou a preguiça,
habitual nestas horas, o faz levantar-se.
Sai para a noite escura e transforma-se
numa sombra qualquer. Se causa medo, não sei.
Mas caminha... caminha... caminha...
inquieto até furar o calcanhar
das meias, sem medo de um futuro
que não consegue projetar.
Esse amigo, meu melhor
amigo, não mora num casulo
como gosta de parecer
e também nunca será metamorfoseado.
Assim como brinca com
crianças, iluminando suas almas
e colocando cores nos seus olhinhos,
esconde na sua alma,
parte de sua infância.
Este o seu segredo:
acredita que nunca teve infância.
Se descobriu a causa da sua rebeldia
Disfarçada pelo cabelos despenteados,
pela sua irreverência, não conta,
não murmura e nem segreda
a seu próprio coração.
Ou se decifrou-a,
Guardou-a numa caixa, fechada
a sete chaves, escondida num lugar qualquer
perdida em meio a tantos
sonhos, desilusões e desencantos.
Quem não o conhece,
não sabe o amigo que está perdendo.
Não sabe como é bom sentar,
olhar para o nada e jogar “conversa fora”
daquelas sem começo e nem fim...
que nascem assim .... do nada...
Ou quem sabe até se arrisca em
discutir sobre a filosofia do cotidiano.
Ou falar sério sobre Goethe, seu autor preferido,
sobre Nietzsche, sobre Tolstoi,
sobre Schopenhauer...
Esse meu amigo que
me traz saudades,
também já me ofereceu lágrimas,
não daquelas de manha,
mas daquelas que
rolam silenciosas e que brotam
do fundo da alma;
Que nos trazem a dor da ausência,
da partida com um sem “até mais” combinado
sem um olhar, sem um abraço, sem um abano;
como quem vai comprar cigarros e já volta.
Da sua presença, ainda sinto
o cheiro do café e do cigarro;
das longas conversas,
sem começo e nem fim, a saudade.
Não sei se a vida nos vai
proporcionar novos reencontros,
novas alegrias, novas discussões sem fim,
ou as mesmas conversas de sempre.
Lembranças de um quase-filho
que não fiz, mas que quase fez-se por si,
e que me presenteou,
mostrando-me que ler não é apenas
juntar as letras e imaginar histórias.
É também viajar, pensar, criar, crescer,
discutir, imaginar,discordar, descobrir
o desconhecido, ver o mundo ao reverso
e até colocar palavras no papel.
Esse meu amigo tão insólito,
quase de casa, apareceu do nada
e construiu em nossas almas
seu recanto tão recatado quanto ele.
De pouca fala, prefere fazer
de contas que nunca me viu, nem no
espelho de uma poça d’água suja das ruas...
mas seu coração,
embora forçado a se mostrar indiferente,
sabe muito bem
o quanto é um bem querer.
(autora: dária cidilane lemos de brum lucchese)
Capão da Canoa/19/07/09
Marcadores:
Brum. Lucchese,
Cidilane,
Daria,
jaravel,
Lemos
sexta-feira, 2 de julho de 2010
Assinar:
Postagens (Atom)